«É sempre uma tolice dar conselhos, mas dar bons conselhos é absolutamente fatal» (Wilde, 2008: 13).
Com prazer e interesse, estou a ler dois livros: “O retrato do Sr. W. H.”, de Óscar Wilde, e “Eça de Queirós”, de Maria Filomena Mónica. Wilde expressa o fascínio que sente pela personalidade de Shakespeare, debruçando-se sobre o enigma da entidade do Sr. W. H., a quem os Sonetos de Shakespeare foram dedicados na primeira edição. Com a socióloga Maria Filomena Mónica somos levados a compreender a vida e a obra do maior e mais popular romancista português, José Maria Eça de Queirós. Fiquei a saber, e não sabia, que A Capital, O Conde de Abranhos ou Alves & C.a não são de Eça. Explico-me melhor: a sua prosa teve a «indesejada» colaboração do seu filho mais velho, José Maria.
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