Quem hoje entrar num centro de prática (dojo) de karaté verá os praticantes (karatecas) vestidos com um denominado kimono branco, do qual faz parte um cinto que distingue os praticantes por graduações (kyus, do branco até ao castanho; dans, a partir do cinto negro). O mestre, designado por sensei, ou o mais graduado na sua ausência (também chamado de sempai), normalmente cinto negro, é quem dá a aula que inicia-se e termina por rituais próprios de saudação. É ele que dá as vozes e ordens de comando do treino. Algumas caracterizam-se por serem em japonês: contagem, nomes das técnicas de defesa e de ataque, movimentos corporais, etc. É ele que decide quando e o momento de ir mais além no treino. As aulas (dois ou três dias por semana) têm, normalmente, uma duração de uma hora e meia. Os treinos seguem um clima de ordem (alinhamento por ordem de graduações e tempo de prática) e de respeito (silêncio, obediência). O mestre corrige a execução dos alunos (feedback positivo ou negativo), exemplificando quando acha necessário (modelo a ser interiorizado). De vez em quando, e à sua ordem, os alunos executam um grito, chamado de kiai. O treino decorre com um aquecimento muscular (designado de taisô) e depois com técnicas de defesa e de ataque isoladas (kihon), ou com um ou mais parceiros (kumité), com movimentos pré-estabelecidos. Também é dada ênfase aos katas (conjunto ordenado e codificado de acções técnico-tácticas de combate, executadas de forma encadeada sem oposição), de dificuldades inegáveis, que caracterizam as “escolas”, normalmente referidas como estilos (ryu) - Shotokai, Shotokan, Wado-Ryu (estilos japoneses), Gojo-Ryu e Shito-Ryu (okinawenses). Os estilos (escolas) pertencem a organizações geralmente tituladas de associações, e estas costumam denominar-se como membros de associações ou até federações nacionais, que se agrupam em internacionais.
Todos estes aspectos exteriores são apresentados como caracterizadores do karaté, aparecendo tal significantes em competições desportivas, estágios de mestres nacionais e estrangeiros, aulas e treinos, filmes, etc. Do ponto de vista sociológico, o karaté moderno, fora da sua instrumentalização militar e policial, integra-se num processo civilizacional analisado por Norbert Elias, em que a violência se transforma em convenções controladas. É veiculado por práticas convencionais, mas expressado através de discursos e símbolos adaptados do Japão para o “Ocidente”. O karaté constitui, assim, uma linguagem própria e possui uma cultura identitária, partilhando sentimentos de pertença e possui significados estruturadores, concepções de vida e de normas de conduta.
No caso concreto das artes de combate dual, onde o karaté se insere, podemos verificar diferentes usos sociais: desportivos (internacionalização das competições); profissionais (actividade remunerada); integração social (populações consideradas de risco); higienistas (desenvolvimento pessoal ou profissional); segurança (preparação militar, forças de segurança); artísticos (estilos corporais ou de vestuário); gestão/administração (incorporação de preceitos/ensinamentos estratégicos oriundos das “filosofias” marciais e do extremo oriente nos manuais de gestão e de economia); turísticos (visitas aos locais de Shaolin na China ou da Aikikai em Tóquio, entre outros). A noção de uso social, amplamente referida nos trabalhos da Sociologia da Cultura e da Sociologia do Desporto, visa sublinhar que um elemento cultural, qualquer que ele seja, presta-se a usos diferenciados segundo os grupos sociais que o adoptam. Isto sublinha igualmente que uma prática não é efectuada por si mesma, mas que está muitas vezes associada a um objectivo, mais ou menos definido, que visa justificar o tempo, a energia e os meios que lhe consagramos. Falar de uma pluralidade de usos sociais para as actividades físicas e desportivas, sugere que os objectivos e as justificações variam segundo os contextos, os actores em presença e os motivos/compromissos do momento. Bem entendido, estes usos sociais raramente existem no seu estado “puro”. Cada contexto concreto pode cruzar-se e misturar-se com vários outros, criando várias nuances.
Apesar da importância do karaté ser reconhecida internacionalmente, esta modalidade tem sido considerada como um objecto sem dignificação própria das investigações académicas. Rareiam os estudos que tomam esta modalidade como objecto parcial ou integral de análise. Para além dos estudos serem poucos, os dados oficiais estatísticos são confusos e muito incoerentes. Em nosso entender, a escassez de publicações com informação e dados que ajudem a compreender esta modalidade desportiva-marcial é uma das fragilidades mais significativas.
Procurando contrariar a falta de estudos nesta área temática em Portugal, Abel Figueiredo (Professor do Instituto Politécnico de Viseu) lança-se na elaboração da primeira tese de doutoramento em Ciências do Desporto (na Faculdade de Motricidade Humana), abordando, seriamente, o karaté. Termina a sua obra em 2006. Em 2004, também nós procurámos encetar um novo caminho sobre o assunto. Para isso, inscrevemo-nos no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) para elaborarmos a primeira tese de doutoramento em Sociologia, tendo o karaté (e outras artes marciais) como principal matéria-alvo de estudo. Este trabalho de investigação, que ainda se encontra em curso, pretende introduzir uma perspectiva de análise que não tem sido, na nossa opinião, considerada noutros estudos que se debruçam ou debruçaram sobre o tema: Quais os problemas da difusão do karaté em Portugal? Quais as dificuldades, em termos temporais e espaciais? Qual a génese e o desenvolvimento do karaté em Portugal? Que quadro legislativo existe? Karaté: profissão ou vocação? Qual o perfil sociológico dos praticantes? Quais os motivos que os levaram para esta prática? O que levou a que o karaté esteja mais radicado em algures do que nenhures? Vantagens e desvantagens do benevolato do dirigismo nas organizações ligadas à modalidade? Qual a relação de forças agregadoras e desagregadoras da organização do karaté? Quais as causas e efeitos disso? Que dados numéricos existem sobre a orgânica do karaté e qual a sua regularidade? Por que é tão diminuta a participação das mulheres no karaté? Porquê a necessidade dos praticantes justificarem a autenticidade de um estilo?
As respostas a estas e outras questões estão por esclarecer. Por isso, cada um de nós tem de dar passos explicativos sobre o que ainda não foi explorado. Como disse o Professor João Boaventura (ex-subdirector do Instituto do Desporto de Portugal) «as práticas desportivas constituem, assim, um permanente desafio à prática científica».
Também o Professor Doutor Alan Stoleroff (do ISCTE), orientador da nossa tese, tem contribuído para um melhor conhecimento sobre a prática do karaté, tendo apresentado várias comunicações científicas em congressos ou eventos similares. Em conjunto, e para além da observação-participante, estamos a aplicar um inquérito por questionário, com o objectivo de traçar um perfil sociológico dos praticantes avançados de karaté (cintos castanhos e negros) em Portugal: das representações dos actores, dos significados da sua prática, da identidade social daí derivada, e, assim, das culturas das comunidades de praticantes. Procura-se desenvolver uma análise das motivações e entendimentos dos praticantes.
A realização do Congresso Científico sobre Artes Marciais e Desportos de Combate em Portugal, que teve lugar em Viseu, em Abril de 2007, demonstrou que existem outros (bons) investigadores no terreno.
Para os que pretendem iniciar uma linha de investigação nesta área temática, deixamos aqui algumas referências bibliográficas. Recomendamos também a leitura da Revista de Artes Marciales Asiáticas, promovida pela Universidade de León (Espanha), tendo como director o Professor Doutor Carlos Gutiérrez García.
Referências bibliográficas:
BOAVENTURA, João Correia (1995), Estudo sobre as artes marciais orientais e as organizações não governamentais: mundiais, internacionais e nacionais, Lisboa, Ministério da Educação, Instituto do Desporto, INDESP/IDP.
CLEMENT, Jean-Paul (1980), Etude comparative de trois arts martiaux: Lutte, Judo et Aïkido, Paris, INSEP.
FIGUEIREDo, Abel (2006), A Institucionalização do Karaté: Os Modelos Organizacionais do Karaté em Portugal, UTL/FMH (tese de doutoramento policopiada).
Fonseca, Manuel António (2001), «Estudo exploratório acerca dos motivos para a prática do karaté», in A FCDEF-UP e a Psicologia do Desporto: Estudos sobre Motivação, FCDEF-UP, pp. 25-27.
GARCÍA, Carlos Gutiérrez (2004), Introducción y desarrollo del judo en España (de principios del siglo XX a 1965): el processo de implantación de um método educativo y de combate importado de Japón, Serie Tesis doctorales 2003, Universidad de León.
Gutiérrez, Mikel Pérez (2007), 100 años de artes marciales. Elaboración de un repertorio bibliográfico y análisis bibliométrico de las monografías sobre artes marciales publicadas en España (1906-2006), Universidad de León, Facultad de Ciencias de la Actividad Física y del Deporte, León (policopiado).
ROSA, Vítor (2007), «Encuadramiento Legal e Institucional de las Artes Marciales y Deportes de Combate en Portugal», in Revista de Artes Marciales Asiáticas, Universidade de León (Espanha), vol. 2, n.º 4, Deciembre, pp. 8-31.
ROSA, Vítor (2007), «Estudo Sociológico sobre o Karaté em Portugal», in Actas das VIII Jornadas do Departamento de Sociologia e Centro de Investigação em Sociologia e Antropologia “Augusto da Silva”, sob o título “Questões Sociais Contemporâneas”, Universidade de Évora, pp. 239-252.
ROSA, Vítor (2007), «Estudo Sociológico sobre as Artes Marciais e os Desportos de Combate em Portugal», comunicação apresentada nas IX Jornadas do Departamento de Sociologia, intitulado “Transpondo Fronteiras”, Universidade de Évora, 27 e 28 de Abril de 2007 (policopiada).
ROSA, Vítor (2007), «Estudo Sociológico sobre as Artes Marciais e os Desportos de Combate em Portugal», comunicação apresentada no Congresso Científico de Artes Marciais e Desportos de Combate (1.ª edição), Instituto Politécnico de Viseu, 13 e 14 de Abril de 2007 (policopiada).
STOLEROFF, Alan David (2000), «Profissão ou vocação: instrutores de karaté em Portugal», in Acta do IV Congresso Português de Sociologia, Coimbra, pp. 1-7.
STOLEROFF, Alan David (2004), «Sobre a Produção de Regras da Inter-Acção em Comunidade: O Dojo de Karate», comunicação apresentada no V Congresso Português de Sociologia, realizado de 12 a 15 de Maio, Universidade do Minho, Braga, sob o tema geral Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção.
TOKITSU, Kenji (1993), La Voie du Karaté. Pour une théorie des arts martiaux japonais, Paris, Col. Points - Série, Éditions Seuil, Janeiro.
WACQUANT, Loïc (2000), Corps et âme. Carnets ethnographiques d’un apprenti boxeur, Marseille, Agone.
Todos estes aspectos exteriores são apresentados como caracterizadores do karaté, aparecendo tal significantes em competições desportivas, estágios de mestres nacionais e estrangeiros, aulas e treinos, filmes, etc. Do ponto de vista sociológico, o karaté moderno, fora da sua instrumentalização militar e policial, integra-se num processo civilizacional analisado por Norbert Elias, em que a violência se transforma em convenções controladas. É veiculado por práticas convencionais, mas expressado através de discursos e símbolos adaptados do Japão para o “Ocidente”. O karaté constitui, assim, uma linguagem própria e possui uma cultura identitária, partilhando sentimentos de pertença e possui significados estruturadores, concepções de vida e de normas de conduta.
No caso concreto das artes de combate dual, onde o karaté se insere, podemos verificar diferentes usos sociais: desportivos (internacionalização das competições); profissionais (actividade remunerada); integração social (populações consideradas de risco); higienistas (desenvolvimento pessoal ou profissional); segurança (preparação militar, forças de segurança); artísticos (estilos corporais ou de vestuário); gestão/administração (incorporação de preceitos/ensinamentos estratégicos oriundos das “filosofias” marciais e do extremo oriente nos manuais de gestão e de economia); turísticos (visitas aos locais de Shaolin na China ou da Aikikai em Tóquio, entre outros). A noção de uso social, amplamente referida nos trabalhos da Sociologia da Cultura e da Sociologia do Desporto, visa sublinhar que um elemento cultural, qualquer que ele seja, presta-se a usos diferenciados segundo os grupos sociais que o adoptam. Isto sublinha igualmente que uma prática não é efectuada por si mesma, mas que está muitas vezes associada a um objectivo, mais ou menos definido, que visa justificar o tempo, a energia e os meios que lhe consagramos. Falar de uma pluralidade de usos sociais para as actividades físicas e desportivas, sugere que os objectivos e as justificações variam segundo os contextos, os actores em presença e os motivos/compromissos do momento. Bem entendido, estes usos sociais raramente existem no seu estado “puro”. Cada contexto concreto pode cruzar-se e misturar-se com vários outros, criando várias nuances.
Apesar da importância do karaté ser reconhecida internacionalmente, esta modalidade tem sido considerada como um objecto sem dignificação própria das investigações académicas. Rareiam os estudos que tomam esta modalidade como objecto parcial ou integral de análise. Para além dos estudos serem poucos, os dados oficiais estatísticos são confusos e muito incoerentes. Em nosso entender, a escassez de publicações com informação e dados que ajudem a compreender esta modalidade desportiva-marcial é uma das fragilidades mais significativas.
Procurando contrariar a falta de estudos nesta área temática em Portugal, Abel Figueiredo (Professor do Instituto Politécnico de Viseu) lança-se na elaboração da primeira tese de doutoramento em Ciências do Desporto (na Faculdade de Motricidade Humana), abordando, seriamente, o karaté. Termina a sua obra em 2006. Em 2004, também nós procurámos encetar um novo caminho sobre o assunto. Para isso, inscrevemo-nos no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) para elaborarmos a primeira tese de doutoramento em Sociologia, tendo o karaté (e outras artes marciais) como principal matéria-alvo de estudo. Este trabalho de investigação, que ainda se encontra em curso, pretende introduzir uma perspectiva de análise que não tem sido, na nossa opinião, considerada noutros estudos que se debruçam ou debruçaram sobre o tema: Quais os problemas da difusão do karaté em Portugal? Quais as dificuldades, em termos temporais e espaciais? Qual a génese e o desenvolvimento do karaté em Portugal? Que quadro legislativo existe? Karaté: profissão ou vocação? Qual o perfil sociológico dos praticantes? Quais os motivos que os levaram para esta prática? O que levou a que o karaté esteja mais radicado em algures do que nenhures? Vantagens e desvantagens do benevolato do dirigismo nas organizações ligadas à modalidade? Qual a relação de forças agregadoras e desagregadoras da organização do karaté? Quais as causas e efeitos disso? Que dados numéricos existem sobre a orgânica do karaté e qual a sua regularidade? Por que é tão diminuta a participação das mulheres no karaté? Porquê a necessidade dos praticantes justificarem a autenticidade de um estilo?
As respostas a estas e outras questões estão por esclarecer. Por isso, cada um de nós tem de dar passos explicativos sobre o que ainda não foi explorado. Como disse o Professor João Boaventura (ex-subdirector do Instituto do Desporto de Portugal) «as práticas desportivas constituem, assim, um permanente desafio à prática científica».
Também o Professor Doutor Alan Stoleroff (do ISCTE), orientador da nossa tese, tem contribuído para um melhor conhecimento sobre a prática do karaté, tendo apresentado várias comunicações científicas em congressos ou eventos similares. Em conjunto, e para além da observação-participante, estamos a aplicar um inquérito por questionário, com o objectivo de traçar um perfil sociológico dos praticantes avançados de karaté (cintos castanhos e negros) em Portugal: das representações dos actores, dos significados da sua prática, da identidade social daí derivada, e, assim, das culturas das comunidades de praticantes. Procura-se desenvolver uma análise das motivações e entendimentos dos praticantes.
A realização do Congresso Científico sobre Artes Marciais e Desportos de Combate em Portugal, que teve lugar em Viseu, em Abril de 2007, demonstrou que existem outros (bons) investigadores no terreno.
Para os que pretendem iniciar uma linha de investigação nesta área temática, deixamos aqui algumas referências bibliográficas. Recomendamos também a leitura da Revista de Artes Marciales Asiáticas, promovida pela Universidade de León (Espanha), tendo como director o Professor Doutor Carlos Gutiérrez García.
Referências bibliográficas:
BOAVENTURA, João Correia (1995), Estudo sobre as artes marciais orientais e as organizações não governamentais: mundiais, internacionais e nacionais, Lisboa, Ministério da Educação, Instituto do Desporto, INDESP/IDP.
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Gutiérrez, Mikel Pérez (2007), 100 años de artes marciales. Elaboración de un repertorio bibliográfico y análisis bibliométrico de las monografías sobre artes marciales publicadas en España (1906-2006), Universidad de León, Facultad de Ciencias de la Actividad Física y del Deporte, León (policopiado).
ROSA, Vítor (2007), «Encuadramiento Legal e Institucional de las Artes Marciales y Deportes de Combate en Portugal», in Revista de Artes Marciales Asiáticas, Universidade de León (Espanha), vol. 2, n.º 4, Deciembre, pp. 8-31.
ROSA, Vítor (2007), «Estudo Sociológico sobre o Karaté em Portugal», in Actas das VIII Jornadas do Departamento de Sociologia e Centro de Investigação em Sociologia e Antropologia “Augusto da Silva”, sob o título “Questões Sociais Contemporâneas”, Universidade de Évora, pp. 239-252.
ROSA, Vítor (2007), «Estudo Sociológico sobre as Artes Marciais e os Desportos de Combate em Portugal», comunicação apresentada nas IX Jornadas do Departamento de Sociologia, intitulado “Transpondo Fronteiras”, Universidade de Évora, 27 e 28 de Abril de 2007 (policopiada).
ROSA, Vítor (2007), «Estudo Sociológico sobre as Artes Marciais e os Desportos de Combate em Portugal», comunicação apresentada no Congresso Científico de Artes Marciais e Desportos de Combate (1.ª edição), Instituto Politécnico de Viseu, 13 e 14 de Abril de 2007 (policopiada).
STOLEROFF, Alan David (2000), «Profissão ou vocação: instrutores de karaté em Portugal», in Acta do IV Congresso Português de Sociologia, Coimbra, pp. 1-7.
STOLEROFF, Alan David (2004), «Sobre a Produção de Regras da Inter-Acção em Comunidade: O Dojo de Karate», comunicação apresentada no V Congresso Português de Sociologia, realizado de 12 a 15 de Maio, Universidade do Minho, Braga, sob o tema geral Sociedades Contemporâneas: Reflexividade e Acção.
TOKITSU, Kenji (1993), La Voie du Karaté. Pour une théorie des arts martiaux japonais, Paris, Col. Points - Série, Éditions Seuil, Janeiro.
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